Pola paz e o dereito a refuxio

A cotío recibimos informacións de acontecementos graves que nos impactan: guerras, fame, escravitude, paro, violencia, exclusión… e que provocan o éxodo de millóns de persoas. Seres humanos que foxen da dor, o sufrimento e a morte, buscando refuxio.

IV Recoñecemento internacional
á defensa dos dereitos humanos
Acampa 2024

IV Premio Marcelino Liste Xustiza e Liberdade

Acampa, Pela Paz e o Direito a Refúgio

 

Recibe o IV Premio

Marcelino Liste

“Xustiza e Liberdade”

IV Premio Marcelino Liste Xustiza e Liberdade

II Encontro Acampa Brasil 2023

Ódio ou Convivência

SEMANA ÓDIO OU CONVIVÊNCIA

01 – 08 DE OUTUBRO DE 2023 NO SESC PIRACICABA

UMA PARCERIA SESC PIRACICABA E

ACAMPA PELA PAZ E O DIREITO A REFÚGIO

Acampa pela Paz e o Direito a Refúgio nasceu em 2016 na Corunha, Galícia – Espanha e, no Brasil, em 2019, com uma ideia central de união de ações das organizações e pessoas que observaram, e ainda observam, com tristeza e indignação, o retrocesso dos Direitos Humanos e o avanço da intolerância enorme que, com pressa e sem pausa, foi se apoderando de tantos espaços da democracia, suprimindo importantes conquistas sociais e políticas. A cada ano do evento Acampa, um tema é eleito e, com ele, são propostas reflexões através das artes, de conferências, de discussões, de oficinas, de fotografias, do cinema, para que possamos contribuir para transformações na sociedade, para o caminho da paz e da dignidade a todos e todas. Este ano o tema escolhido é: Ódio ou Convivência.

O ódio pode surgir das crenças, preconceitos e violências que temos e que sofremos, de conflitos entre grupos e dos problemas econômicos, das desigualdades ou das turbulências e promessas políticas que frustram a população. As formas mais comuns são o ódio contra a vítima em razão de sua origem, de sua raça/etnia, de sua religião, sua língua, postura política, de sua orientação sexual, de suas deficiências (física, mental ou sensorial), de sua nacionalidade. Outras razões podem incluir, também, a idade da vítima, e sua identidade de gênero. O ódio tem mil e uma faces.

Importante dizer que ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, ou por sua origem ou por sua religião, ou por sua condição educacional/social/política e econômica. O ódio é aprendido, mas se aprendemos a odiar, também podemos aprender a respeitar, a amar, a viver em harmonia com a diferença. O respeito, a empatia, a solidariedade, são alguns valores essenciais que impedem o surgimento e a proliferação de preconceitos como os que sustentam o fascismo ou diversas formas de violência.

Os discursos de ódio vêm se estruturando no tecido social e no imaginário da população mundial, seja por desavenças, por fake News, por idolatrias, por políticas públicas que segregam parte da população e não atuam para todos e todas.

Compreende-se a existência de uma crise de múltiplas identidades agravada por promessas não entregues, por uma globalização falaciosa, que rompeu velhas estruturas sem uma contrapartida segura às pessoas que mais são afetadas socialmente. São gestos que defendem uma globalização nefasta, perigosa e um capitalismo sem escrúpulos, que beneficiam um grupo muito pequeno, em detrimento de populações que vivem na miséria.

A escola é um espaço que pode lutar contra o ódio, ressaltando o conhecimento, a reflexão e ações de boas práticas, o entendimento de como a violência e o ódio têm um efeito nocivo na forma de pensar e agir, mutilando os Direitos Humanos. Esse mutilamento traz efeitos catastróficos a todos e todas.
As formas de combater o discurso de ódio de forma eficaz são uma busca constante, e o poder público deve ter como objetivo prevenir a ocorrência desse discurso com legislações severas, restringindo, assim, seu impacto persuasivo.

A paz é mais que ausência de guerra, é viver junto com nossas diferenças – de sexo, raça/etnia, língua, religião, cultura -, enquanto promovemos o respeito pela justiça, o respeito pelos direitos humanos dos quais depende uma boa convivência.

A perspectiva global não é esperançosa. O discurso de ódio se alastra na sociedade. Milhões de pessoas migrantes e refugiadas deixam de ser vistas como seres humanos e se tornam “ameaças”; a extrema direita grita, cada vez mais alto e livremente, nas ruas de qualquer país.

As minorias, os diferentes são cada vez mais perseguidos, mais discriminados, sem que possam recorrer a seus direitos. Grande parte dos cidadãos, entorpecidos e medrosos, se esquivam.
A vulnerabilidade cresce, e não há como ignorar a inteligência artificial, que chega reiterando um senso comum que não favorece a boa convivência. Diante desse panorama, não podemos ficar calados. Precisamos sempre lembrar que a nossa força mais poderosa é a união, para a construção da boa convivência e da paz.

Não percam o II Encontro Internacional de Acampa: Ódio ou Convivência. que ocorrerá no Sesc Piracicaba, dia 01 de outubro ao dia 08 de outubro de 2023.

Segue a programação completa em anexo e abaixo.

Encontro On-line en directo

Acampa 2023 «ODIO OU CONVIVENCIA»

Ucraína

Somos moitas as persoas que queremos actuar pero non sempre sabemos cómo

Con esa intención nace

Acampa

é unha iniciativa cidadá sen fins de lucro integrada por colectivos sociais, culturais, educativos, veciñais, políticos, sindicais, artísticos, de persoas solidarias, de institucións e empresas con responsabilidade social.

Acampa

ten como obxectivo a defensa dos Dereitos Humáns, o Dereito Internacional Humanitario e o Dereito a Refuxio.

Acampa

abre un espazo de encontro para buscar respostas colectivamente.

Acampa

afonda nas causas dos acontecementos, para contrastar a información.

Acampa

é unha expresión de compromiso coa paz e o dereito a refuxio.

Acampa

promove á participación e a implicación.

Acampa

é un encontro cidadán activo no que contamos coa participación das persoas protagonistas, das vítimas, ONGs, de xornalistas; proxeccións, fotografía, música, teatro, pallasos… eventos artísticos de todo tipo. Tamén visitas guiadas para saber como é un campo de persoas refuxiadas, para entender mellor as verdadeiras causas da guerra.

Acampa

facilita a participación cidadá, cada persoa achega a súa enerxía, a súa capacidade e a súa opinión xunto con: ONGs, asociacións, organizacións políticas, sindicatos, institucións, grupos informais, empresas con responsabilidade social, colectivos profesionais, etc.

Sedes

Acampa Piracicaba

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Acampa Madrid

(España)

Acampa A Coruña

(España)

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A Coruña: 43.371200, -8.395900
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Madrid: 40.416700, -3.703580